Meteoro: Visiones opuestas de relato fantasioso
CRÍTICA DE CINEMA
Visiones opuestas de relato fantasioso
O filme 'Meteoro', do diretor Diego de la Texera, apresenta-se como uma utopia cinematográfica onde o elenco trabalha em comunhão para dar vida a uma imensa variedade de personagens.
Destacam-se as interpretações de Maria Dulce Saldanha, no papel de 'Nova', e de Daniel Lugo como 'Ibrahim', que impressiona pela sua naturalidade e domínio do idioma português.
De la Texera imprime um bom ritmo narrativo, complementado por excelentes tomadas que exaltam o oásis pacífico de 'Meteoro', fruto da fotografia nítida e inspirada de Renato Padovani.
SINOPSE E CONFLITO
Após uma tempestade que os isola da civilização, um golpe de Estado condena ao esquecimento trabalhadores e suas acompanhantes. Sem recursos básicos ou notícias do exterior, a comunidade encontra esperança quando um meteorito cai na região, revelando uma fonte subterrânea vital.
A possibilidade de uma sociedade similar à de 'Meteoro' pode parecer inalcançável para alguns, mas para o meio cinematográfico nada é impossível — nem sequer essa utópica quimera com cujos personagens desejaríamos partilhar muito mais tempo.